Inteligência Artificial e os pequenos negócios

Recentemente, acompanhei a divulgação de dois estudos sobre tendências do uso de Inteligência Artificial em 2026: o do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) – “O impacto da tecnologia em 2026 e além”, de caráter global; e da IBM, “Tendências para 2026”, com base em pesquisa realizada com líderes empresariais brasileiros.

Ambos indicam, entre outros pontos, que este será o ano em que a chamada IA Agêntica entrará de forma mais intensa e definitiva na agenda das corporações. Mais do que assistentes virtuais, essa modalidade prevê sistemas mais autônomos, com capacidade para definir metas, planejar e executar tarefas com mínima interação humana.

Dessa forma, a IA tende a se integrar cada vez mais às atividades empresariais, para oferecer conveniência, personalização, assertividade e decisões rápidas.

As pequenas e médias empresas devem estar atentas a esse movimento e avaliar, com a rapidez que o momento exige, seus processos, atividades e rotinas; enfim tudo que faz parte do negócio para estabelecer as prioridades de investimento em IA. Vale destacar que “colaboração com parceiros” aparece como uma das tendências citadas pela pesquisa da IBM.

Segundo dados do SEBRAE, divulgados em setembro passado, cerca de 42% dos empreendedores de PMEs já usam IA em algum grau. O percentual demonstra que a relevância da tecnologia já foi percebida. Se o número não é maior, acredito que esteja relacionado a desafios próprios da dinâmica desses negócios, como limitações de investimento ou falta de tempo para participar de cursos e eventos sobre o tema. De qualquer forma, a questão central, a partir de agora, e dependendo do perfil de cada empresa, é garantir a efetividade desse uso.

Suely Dias dos Santos

CEO da TÉCNICA Gestão Documental

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